sexta-feira, 20 de março de 2026

MXGPU LANÇA SUDDEN LIGHT (DELUXE)





















A edição deluxe expande o álbum original de 11 faixas com faixas adicionais, distribuídas por dois volumes.

MXGPU é a fusão de duas forças criativas, Moullinex e GPU Panic, com a sua colaboração enraizada em Lisboa, Portugal. O duo trabalha em conjunto há vários anos, tendo inicialmente unido as suas mentes criativas em Inner Child, um tema cujas cores e produção estabeleceram na perfeição as bases para tudo o que viria a seguir. O seu álbum de estreia, Sudden Light, lançado pela sua editora Discotexas, marca um momento decisivo na história de MXGPU.

No coração da pista de dança, apresentam um espetáculo live 360° transformador que esbate as fronteiras entre palco e público, incorporando a sua estrutura triangular para cativar plateias esgotadas por toda a Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul. Sudden Light (Deluxe) reflete esta energia colaborativa, fundindo as influências do duo num álbum simultaneamente introspectivo e expansivo.

A edição deluxe expande o álbum original de 11 faixas com 14 novas músicas adicionais, divididas em dois volumes. O primeiro volume incorpora o som característico do duo, desde momentos suaves e soul até picos de energia luminosa, evoluindo a cada audição e revelando novas camadas ao longo do tempo.

O segundo volume abre com dois novos originais de MXGPU, “melt” e “dadada”. Tendo feito parte exclusivamente do espetáculo ao vivo do duo, “melt” estreou-se na BBC Radio 1 durante o evento Europe's Biggest Gig, transmitido em direto para seis países. O Volume Dois inclui ainda “see me burn (again)” e “luz (súbita)”, ambos captados no filme-concerto Live Over Lisbon, um dos momentos de destaque da trajetória do duo.

A lista completa de remixes inclui David Bay, Xinobi, JOPLYN, Beiramar, Sam Shure, DJ Ride, Santiago Garcia, Holly, Gaszia e AFFKT, com contribuições anteriores de Patrice Bäumel. O lançamento conta ainda com o apoio de nomes influentes como &ME, Adam Port, Damian Lazarus e Rüfüs Du Sol.

Atualmente em digressão mundial, o espetáculo live 360° de MXGPU, apresentado no meio do público, tem hipnotizado multidões por todo o mundo. Com presenças confirmadas em festivais como Mayan Warrior, Primavera Sound e Tomorrowland, os fãs podem esperar uma experiência sonora completa que capta a essência do álbum e destaca a química musical única do duo.

MXGPU – Sudden Light (Deluxe) pela Discotexas, já está disponível em todas as plataformas!

BRISA APRESENTA NOVO SINGLE





















Fotografia de Joana Cherries.

Depois de “Trovoada", que integra a banda sonora da novela Páginas da Vida da SIC, Brisa revela “Deserto”, o novo single que chega hoje às plataformas digitais e aprofunda o universo emocional e conceptual da artista.

Em “Deserto”, Brisa recorre às imagens contrastantes do mar e do deserto para explorar a imensidão de sentimentos que muitas vezes permanecem reprimidos. Se “Trovoada” representava a tempestade necessária para libertar tudo aquilo que permanece guardado, “Deserto” surge como o momento seguinte: o vazio que fica depois da explosão emocional, mas também o espaço onde se pode reconstruir e aceitar todas as versões de nós próprios.

Com música de Brisa e Diogo Guerra, letra da própria artista e produção assinada por Guerra, o novo tema constrói-se como uma narrativa sonora em crescendo. A canção começa de forma contida, quase introspectiva, introduzindo os sentimentos que se escondem por baixo da superfície. À medida que a música cresce, a intensidade acumula-se até atingir um clímax catártico que marca a decisão de aceitar e vestir com orgulho todas as versões de si própria: o bom e o mau, a alegria e a dor, o amor e a revolta.

A voz de Brisa volta a encontrar a produção de Guerra, numa colaboração que reforça a identidade sonora da artista e amplia o alcance emocional da canção. O resultado é uma experiência musical libertadora e empoderadora.

Este novo lançamento surge depois da renovada atenção dada a “Trovoada”, single lançado a 9 de maio de 2025 e recentemente apresentado numa versão acústica especial para assinalar a escolha da canção como parte da banda sonora da novela Páginas da Vida. O tema marcou um momento importante no percurso artístico de Brisa, afirmando-se como uma poderosa catarse emocional.

Conhecida pela sua escrita honesta e profundamente melódica, Brisa tem vindo a conquistar o público português com um universo artístico que dialoga diretamente com as emoções humanas. Essa abordagem ganhou forma no seu EP de estreia CASULO, um percurso conceptual que atravessa o caos interior, a introspeção e a transformação, com temas como “Nuvem”, “Férias de Mim”, “Outro Mar” e “Metamorfose”.

Além da sua carreira a solo, Brisa tem também vindo a afirmar-se como compositora, tendo sido coautora da canção que alcançou o segundo lugar no Festival da Canção 2023, consolidando o seu lugar entre as vozes mais promissoras da nova música portuguesa.

OUVIR NAS PLATAFORMAS DIGITAIS

PICAS APRESENTA TEMA QUE ANTECIPA DISCO DE ESTREIA





















PICAS (C) Victor Hugooli

 “Quem Eu Quero Agora” é a nova música de Picas. A proposta de uma auto-reflexão sobre a duração e a intensidade de momentos partilhados com alguém próximo serve de mote ao novo tema. A artista prepara-se para editar o seu álbum de estreia, já no próximo trimestre. No novo trabalho a artista assume a escrita de todas as músicas.

“Esta música fala sobre amores passageiros, encontros que podem não durar para sempre, mas que, em determinado momento são intensos e verdadeiros. Parte da ideia de que a vida também é feita de ligações imperfeitas, de relações que surgem no tempo errado ou que simplesmente não foram feitas para durar uma vida inteira, mas que ainda assim nos marcam. A canção assume a honestidade de querer alguém no momento presente, mesmo sem promessas de eternidade.” Picas, Março 2026

Em “Quem Eu Quero Agora”, Picas traz as suas palavras munidas de uma sonoridade urbana, onde a eletrónica cria espaço para refletir na mensagem emocional que começa no perdão e viaja até à auto-reflexão, revelando vulnerabilidade. Na intimidade do seu quarto, a artista compôs a música, partindo de uma ideia na guitarra e mais tarde juntando a participação de músicos como Bonança (guitarras) e Guilherme Melo (bateria), além da produção de Jon. Para a composição estética da música, o vídeo para “Quem Eu Quero Agora” conta com a realização de Victor Hugooli e produção da Nefelibatas Films.

Natural do Porto, licenciada em Ciências da Comunicação com especialização em Cinema, Picas estudou Jazz no Hot Clube de Portugal, tendo sempre a escrita como sua companheira. Ainda este trimestre, Picas apresenta o seu novo álbum, que conta com temas já conhecidos como o caso de “7+7=14”, “Promessas” e “Última Vez”.

GAEREA LANÇAM VÍDEO PARA CYCLONE















Já está disponível nas lojas e em todas as plataformas de streaming, «LOSS», o novo álbum de estúdio dos GAEREA.

Para celebrar o lançamento do novo trabalho, a banda disponibilizou um novo single e vídeo para o tema «Cyclone».

Os GAEREA preparam-se para revelar «LOSS», o muito aguardado quinto álbum da enigmática entidade portuense, com três sessões especiais de apresentação em Lisboa e Vila Nova de Gaia. Estes encontros íntimos com o público marcam o início de um novo capítulo na já impressionante jornada da banda — uma década de metamorfose criativa que atinge agora o seu ponto mais intenso e emocional.

As sessões terão lugar nas seguintes datas e locais: 25 de março — FNAC Colombo, 21h
26 de março — FNAC Chiado, 18h30
27 de março — FNAC Gaia Shopping, 18h30

Em cada sessão, os GAEREA vão apresentar e discutir «LOSS», mergulhando nas emoções, nos conceitos e na evolução artística que moldaram este novo trabalho — o primeiro da banda editado pela Century Media. Cada evento contará ainda com um Q&A com o público e uma sessão de autógrafos.

«LOSS» é editado dia 20 de março pela Century Media / Sony Music Portugal.

Gravado em Portugal com Miguel Teroso (Demigod Recordings), «LOSS» mostra uma banda a romper definitivamente os limites do post‑black metal, expandindo-se para territórios onde o peso emocional, a melodia sombria e a fisicalidade crua coexistem de forma arrebatadora. De «Luminary» a «Stardust», os GAEREA assumem uma identidade que transcende géneros, criando uma narrativa profundamente pessoal sobre memória, dor, transcendência e reconstrução.

Conhecidos pelo anonimato ritualista, pelas atuações devastadoras e pela ligação intensa com a sua “Vortex Society”, os GAEREA transformaram-se num dos projetos mais únicos e internacionalmente reconhecidos do metal extremo moderno. «LOSS» é o culminar de tudo o que construíram — e um renascimento absoluto.

Estas três sessões FNAC serão a primeira oportunidade para o público português entrar no vórtice emocional de «LOSS», diretamente com a banda

Datas de concertos confirmados até ao momento:

20.03 (Sex) – Botanique, Bruxelas – Bélgica
21.03 (Sáb) – Melkweg OZ, Amesterdão – Países Baixos
12.06 (Sex) – Rock For People, Hradec Králové – Chéquia
13.06 (Sáb) – Technikum, Munique – Alemanha
14.06 (Dom) – Ferrara Summer Festival, Ferrara – Itália
15.06 (Seg) – Q‑hub, Milão – Itália
16.06 (Ter) – Kiff, Aarau – Suíça
18.06 (Qui) – Nummirock, Nummijärvi – Finlândia
20.06 (Sáb) – Hellfest, Clisson – França
21.06 (Dom) – Graspop, Dessel – Bélgica
23.06 (Ter) – Club Volta, Colónia – Alemanha
24.06 (Qua) – Poppodium Hedon, Zwolle – Países Baixos
25.06 (Qui) – Bahnhof Pauli, Hamburgo – Alemanha
26.06 (Sex) – Copenhell, Copenhaga – Dinamarca
27.06 (Sáb) – Tons of Rock Festival, Oslo – Noruega
03.07 (Sex) – Resurrection Festival, Viveiro – Espanha
07.07 (Ter) – Amplifier Bar, Perth – Austrália
09.07 (Qui) – Lion Arts Factory, Adelaide – Austrália
10.07 (Sex) – Max Watts, Melbourne – Austrália
11.07 (Sáb) – Crowbar, Brisbane (Fortitude Valley) – Austrália
12.07 (Dom) – Crowbar, Sydney (Leichhardt) – Austrália
14.07 (Ter) – Daikanyama SPACE ODD, Tóquio – Japão
04.08 (Ter) – Le Tube, Seignosse – França
13.08 (Qui) – Motocultor Festival 2026, Carhaix‑Plouguer – França
19.08 (Qua) – USF Verftet, Bergen – Noruega
20.08 (Qui) – Foynhagen, Tønsberg – Noruega
22.08 (Sáb) – Göteborg Brinner 2026, Gotemburgo – Suécia
11.09 (Sex) – Manchester Academy, Manchester – Reino Unido
12.09 (Sáb) – Rescue Rooms, Nottingham – Reino Unido
14.09 (Seg) – Slay, Glasgow – Reino Unido
15.09 (Ter) – Brudenell Social Club, Leeds – Reino Unido
16.09 (Qua) – The Fleece, Bristol – Reino Unido
18.09 (Sex) – Islington Assembly Hall, Londres – Reino Unido

GAEREA online:
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https://www.instagram.com/gaerea_
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https://www.youtube.com/@gaereaofficial
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ASA COPBRA LANçAM "PURO VENENO"


 











@AnaViotti

“Puro Veneno” é o novo single dos Asa Cobra, com edição marcada para 20 de março, e conta com a participação da artista mexicana Pahua, conhecida também pelo seu trabalho no duo Sotomayor. Cantado entre português e espanhol, o tema percorre uma paisagem tropical onde amor e desamor se entrelaçam como num carnaval inquieto, explorando a linha ténue entre sedução, orgulho e desencanto.

Depois de, ao longo de 2025, terem revelado os primeiros sinais do projeto com os singles “Asa à Cobra”, “Flutuar” e “Ponta de Lança", a banda apresenta agora “Puro Veneno”, aprofundando a sua identidade sonora e narrativa. A canção move-se entre tensão e desejo, num jogo de atração e confronto que transforma relações afetivas em matéria rítmica e poética.

“Puro Veneno” integra o conjunto de singles que antecipam o primeiro álbum de Asa Cobra, com edição prevista para maio. O disco afirmará a identidade transatlântica da banda, cruzando referências do Brasil e de Portugal com uma abordagem contemporânea, onde a canção, a eletrónica e a percussão se encontram num território comum de revolta e amor.

MIO A PREPARAR EP

















mio
apresenta “26º dia”, single de lançamento e primeiro avanço do EP de estreia “não há ninho, há céu”. A canção simboliza o salto e marca o momento em que a artista decide sair do seu ninho, inaugurando publicamente o seu percurso autoral.

“26º dia” é a terceira faixa do EP e surge na semana em que se inicia a primavera. O disco transmite a sua mensagem através de uma metáfora com o ciclo de vida das andorinhas: o 26º dia corresponde ao momento em que as crias saem do ninho pela primeira vez. É essa imagem de partida, crescimento e liberdade que estrutura a narrativa do projeto e que se materializa neste primeiro single. O EP será editado a 25 de setembro, na semana em que se inicia a primavera no hemisfério sul, prolongando simbolicamente este ciclo na outra metade do mundo.

O percurso de mio com a música começa cedo. Começou a cantar aos dois anos e repetem-se as gravações do seu rádio de cassetes onde se ouve “palmas, mais palmas”. Aos oito anos, começou a cantar em público nas festas organizadas pelo pai, de mão dada com a mãe. Em criança, criava peças de teatro com a prima e vendia bilhetes aos pais e avós por 0,50€, para conseguir comprar lápis de cor.

Com o crescimento, aumentou também a necessidade de liberdade. Aos 14 anos começou a ajudar o avô e o pai na padaria, trabalhando em vários sítios enquanto estudava até terminar a faculdade. Aos 16 anos escreveu a primeira canção, onde dizia que queria ser diferente, e desde então surgiram projetos e muito trabalho pelo meio.

Desde cedo viveu uma luta interna entre continuar o legado familiar e seguir um caminho próprio. Quando o avô faleceu, após uma vida dedicada ao trabalho para que as gerações seguintes pudessem brilhar, decidiu procurar um percurso diferente, assente na mesma base. Cantar e escrever canções tornaram-se a sua forma de honrar esse caminho e de conseguir pensar direito.

Este percurso conduziu-a ao teatro, a novas colaborações e à Horizontal 360, estrutura que hoje considera casa e que moldou profundamente o projeto. Conhecer Valete e partilhar este caminho revelou-se determinante, tal como o encontro com Luzingo, produtor que ajudou a dar forma e brilho ao trabalho.

Depois de várias voltas e descobertas, a artista assume este momento como o salto definitivo. Foi assim que nasceu o EP “não há ninho, há céu” e, neste processo, “26º dia”: o dia em que mio decide sair do ninho e seguir o seu sonho.

XTINTO LANÇA EDIÇÃO ESPECIAL EM FORMATO LIVRO DO NOVO ÁLBUM EM SONHOS, É SABIDO, NÃO SE MORRE





















Depois de esgotar o concerto de apresentação do seu novo álbum, no Capitólio, em Lisboa, xtinto acaba de lançar a edição especial em formato livro do seu mais recente trabalho, Em sonhos, é sabido, não se morre., já à venda nas lojas FNAC. Este lançamento surge após o concerto memorável do artista em Lisboa, que reuniu quase mil pessoas e marcou um momento decisivo na sua carreira. A noite, descrita por muitos como inesquecível, contou ainda com as participações especiais de ed, IOLANDA, L‑ALI, João Não e João Maia Ferreira, que contribuíram para a energia única vivida no palco.

A nova edição em formato livro reúne o CD do álbum, todas as letras, imagens inéditas e conteúdos exclusivos sobre o processo criativo, transformando este lançamento num objeto artístico singular. Concebido como uma extensão visual e conceptual do disco, o livro oferece ao público uma imersão mais profunda no universo que molda Em sonhos, é sabido, não se morre.

Considerado o trabalho mais maduro e cinematográfico de xtinto, o álbum parte da ideia de renascimento para explorar temas de identidade, fragilidade e reconstrução. Entre o íntimo e o social, o artista percorre memórias, raízes, afetos, perdas e sonhos, individuais e coletivos, com uma escrita cada vez mais depurada e emocional. O título, inspirado na canção Lisboa que Amanhece, de Sérgio Godinho, reflete a inevitabilidade da música na vida de xtinto e a forma como esta o resgata sempre que pondera desistir, como quem acorda depois de “morrer” num sonho, pronto para recomeçar.

O disco conta com produção de Beiro, Kidonov e Lunn, e com as participações de iolanda, Ed, João Não e L‑Ali, reunindo algumas das vozes mais relevantes da nova música portuguesa. O resultado é um trabalho que expande o território sonoro de xtinto, cruzando hip‑hop contemporâneo, pop, música alternativa e experimentação, num registo ousado, emocional e profundamente pessoal.

Natural de Ourém, xtinto tem-se afirmado como uma das vozes mais singulares da nova geração da música urbana em Portugal. Desde Odisseia (2015) até Latência (2023), passando por temas como “Opus Magnum”, “Pentagrama”, “Marfim”, “Android” e “Éden”, distinguido com galardão de ouro, o artista construiu um percurso marcado por narrativas conceptuais, rigor na escrita e uma estética sonora em constante evolução. Com Em sonhos, é sabido, não se morre., xtinto consolida a sua posição como um dos criadores mais sensíveis e inventivos da sua geração.

NOBRE LANÇA EP















“Este EP é o som de 20 anos de silêncio.”

NOBRE acaba de editar “Submerso em Sombras”, um EP conceptual que percorre as fases do luto e propõe uma viagem emocional marcada pela perda, confronto e transformação. A acompanhar o lançamento, o artista revela o single “Confia”, tema que encerra a narrativa do projeto com uma mensagem de aceitação e renascimento.

O trabalho nasce de um contexto profundamente pessoal. Em 2005, NOBRE perdeu o pai e, vinte anos depois, decidiu transformar esse processo de luto num registo artístico. “Submerso em Sombras” afirma-se, assim, como uma homenagem e uma forma de eternizar esse percurso emocional, onde cada faixa encena uma etapa distinta do luto, culminando em “Confia”, que oferece um final luminoso e esperançoso à viagem.

NOBRE é um artista luso-angolano radicado em Queluz, Portugal. Nascido em Angola e residente em Portugal desde os quatro anos, combina storytelling emocional com sonoridades urbanas contemporâneas, construindo uma identidade artística centrada em processos íntimos e em temas como amor, perda e crescimento.

“Confia” representa a aceitação, a última etapa do luto. Musicalmente, funde melodias alternativas de pop e hip-hop com uma produção minimalista que faz sobressair a voz e o refrão emotivo de Samanta. Visualmente, o videoclipe acompanha o processo de soltar e confiar, recorrendo a movimentos de dança contemporânea que simbolizam libertação e renascimento.

Lançado a 20 de março, data que assinala o início da primavera, o tema reforça o simbolismo do encerramento de um ciclo e do começo de um novo.

Para além da dimensão artística, o EP serve de ponto de partida para um ciclo de conversas e encontros presenciais em escolas, universidades e espaços culturais, desenvolvidos em articulação com profissionais da área da psicologia. Estas sessões abordam o luto, a transformação emocional e a saúde mental, promovendo reflexão e diálogo a partir da experiência que sustenta o projeto.

Compositor e produtor executivo, NOBRE assina a criação dos temas, com produção, gravação, mistura e masterização de NEW DART. “Confia” conta com a participação vocal de Samanta, capa e design de Cristiana Cardoso e vídeo e fotografia promocional de Inês Ascenso.

“Submerso em Sombras” confirma NOBRE como uma voz autoral comprometida com a expressão emocional e com a criação de espaços de escuta e empatia, propondo uma travessia artística que transforma a dor em consciência e o silêncio em presença.

NOVO SINGLE DE MARGARIDA CAMPELO

“Musa d’Improviso” assinala o regresso de Margarida Campelo aos discos. Um tema de sua autoria que antecipa o novo registo de originais com edição prevista para Setembro deste ano.

Com uma escrita própria e inconfundível, Margarida Campelo afirma-se como uma das mais singulares criadoras da música portuguesa actual. “Musa d’Improviso” reflecte essa identidade autoral, movendo-se entre a soul, o R&B e a pop, num registo envolvente que cruza sofisticação musical com o seu já característico universo lúdico e uma forte sensibilidade estética.

Cantora, compositora e multi-instrumentista, Margarida Campelo tem vindo a consolidar um percurso sólido e coerente, onde a expressão pessoal e a originalidade assumem um papel central. A sua voz — marcante, expressiva e imediatamente reconhecível — destaca-se hoje como a principal referência da neo-soul portuguesa.

Este novo tema abre caminho para um capítulo renovado na sua discografia: um universo sonoro mais etéreo, detalhado e surpreendente, que evidencia a maturidade artística de Margarida Campelo e antecipa um dos lançamentos de originais mais relevantes do ano.

“Musa d’Improviso” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

ANDRÉ HENRIQUES LAMÇA REMIX de "ROSA" DOS LOS ROMEROS

 



















O DJ e produtor André Henriques apresenta esta sexta-feira o seu mais recente lançamento, “ROSAS (André Henriques Remix)”, uma nova abordagem ao tema original dos Los Romeros, agora reinventado para o contexto de pista de dança.

Pensado para momentos de maior intensidade em pista, o remix mantém a essência latina do original, reforçando-a com um groove contemporâneo e uma dinâmica claramente orientada para o ambiente de club. Com BPM na zona dos mid-120s, a faixa posiciona-se idealmente para peak time warm sets, oferecendo uma construção progressiva, percussão envolvente e um refrão que preserva a identidade emocional do tema, agora adaptado a grandes palcos e DJ sets.

Reconhecido pela sua ligação direta ao público e experiência em contexto real de pista, André Henriques desenvolveu esta versão com foco na funcionalidade e fluidez, criando uma ponte sólida entre latin dance e música eletrónica mainstream.

“ROSAS (André Henriques Remix)” reflete a assinatura sonora do artista: energia controlada, leitura de pista apurada e uma abordagem que privilegia a resposta do público.

O tema já disponível em todas as plataformas digitais a partir de hoje, dia 20 de Março.

HIPOTS EDITA "TÁS À VONTADE"





















HIPOTS
lança o novo single “Tás à Vontade. Um tema marcado pela energia da noite e pelo espírito de celebração entre amigos. A música gira em torno da liberdade de viver o momento, inspirada nas noites que se prolongam entre música, dança e boa companhia.

Com uma sonoridade atual e envolvente, o tema combina influências de música de pista com uma atitude leve e descontraída, pensada para criar ambiente de festa e partilha. O resultado é uma faixa direta e contagiante, feita para acompanhar momentos de diversão sem grandes regras — apenas música, amigos e boa vibração.

A produção ficou a cargo de Mr. Marley, elemento dos Supah Squad, uma das equipas mais reconhecidas da música urbana lusófona. A sua participação traz ao tema uma identidade sonora contemporânea e com ambição internacional, reforçando o potencial do single tanto para rádios como para pistas de dança e playlists digitais.

Além da vertente musical, o lançamento é acompanhado por uma estética visual ligada ao universo das grandes noites: luzes, movimento e energia. A imagem do artista acompanha essa atmosfera festiva e reforça o ambiente que o tema pretende transmitir.

Sobre a música, HIPOTS explica:
‘Tás à Vontade’ fala sobre aproveitar o momento e esquecer os problemas. É sobre entrar num espaço, sentir a música e simplesmente viver a noite.”

Com um refrão direto e uma vibração positiva, “Tá à Vontade” posiciona-se como uma faixa forte para playlists de música urbana, pop e dance.

MARISA OLIVEIRA NAS PLATAFORMAS DIGITAIS





















Marisa Oliveira
é cantora e compositora nascida na ilha de São Miguel, iniciou o seu percurso musical ainda em criança, participando em concursos e integrando um grupo coral. Durante quase uma década foi vocalista da banda The Code, projeto que alcançou reconhecimento nacional e internacional. Dois dos seus temas integraram as telenovelas da SIC Espelho D’Água e Alma e Coração. The Code foram distinguidos nos International Portuguese Music Awards nas categorias de Vídeo do Ano, Canção do Ano e Melhor Tema Rock, temas editados nas plataformas digitais pela Farol Música.

Em 2019 participou no The Voice Portugal, chegando às Galas ao Vivo. Reconhecida pela sua voz grave e timbre inconfundível, Marisa Oliveira cruza na sua música, quer o pop, soul, funk, folk e rock, com influências e sonoridades latinas.

Lança hoje o seu novo single “Procrastinar”. Divertido e irreverente, “Procrastinar” é uma sátira musical ao hábito de adiar.

Com uma abordagem leve e bem-humorada, o tema retrata aquela promessa constante de fazer “amanhã” aquilo que fica sempre por fazer hoje. Entre intenções, desculpas e listas de tarefas adiadas, a canção brinca com uma realidade comum a todos: o tempo passa, o “amanhã” chega… e, muitas vezes, fica tarde de mais… outra vez. A sonoridade passa pelo funk, rock e pop. “Procrastinar” mantém também a presença da guitarra clássica, elemento que tem vindo a marcar a identidade musical da artista.

Com este lançamento, Marisa Oliveira rompe também com a atmosfera mais nostálgica presente em alguns dos seus temas anteriores, revelando um lado mais descontraído, irónico e energético da sua escrita e sonoridade.

CARLOS SANCHES EDITA ÁLBUM DE ESTREIA "CÃES E CRIANÇAS"





















Fotografia: Catraio

O longa-duração inclui os singles 'A Minha Casa', 'Para a Primavera Nascer' e 'Arritmias', em colaboração com MALVA, e será apresentado ao vivo na Sala Multiusos do Quarteirão Cultural de Chaves, no dia 22 de maio.
 
O cantautor Carlos Sanches edita o primeiro álbum de originais "Cães e Crianças". Depois de vários EPs e os singles de avanço 'A Minha Casa' e 'Para a Primavera Nascer', o artista natural de Chaves reúne 9 canções indie-folk da sua autoria, entre as quais colaborações com MALVA e Teresa Queirós.

"A criação deste álbum surgiu da busca por um sítio de simplicidade e vulnerabilidade, que tenho vindo a procurar cada vez mais ao longo destes últimos anos de lançamentos. Quis que soasse bastante caseiro, despido e 'simples'. Mesmo sendo o meu primeiro longa duração e, apesar da simplicidade, foi na verdade um processo bastante complexo em todas as etapas", revela Carlos Sanches. O músico explica também que "aquilo que quero passar com este disco é que nada é para sempre nem perfeito. Os relacionamentos, tanto pessoais como amorosos, têm sempre os seus problemas e é necessário apreciar as coisas simples e bonitas que temos no momento, mesmo que não seja exatamente aquilo que queríamos".

Sobre o título, Carlos Sanches conta que "as crianças simbolizam que, cá dentro, somos todos apenas crianças a tentar viver num mundo feito para adultos e que temos de pôr máscaras para proteger aquilo que temos. Os "Cães e Crianças" são também dois símbolos da busca da simplicidade e do viver no momento, um objetivo a alcançar: 'ser como um cão feliz nos dias que vêm aí'”.

O lançamento do álbum é acompanhado pelo novo single 'Arritmias', em colaboração com MALVA. A direção do vídeo da canção é assinada pela realizadora Beatriz Costa.

"Este tema surgiu de uma reflexão sobre os relacionamentos de alguns dos meus amigos, nos quais se sentem as dinâmicas pouco saudáveis instauradas, transmitidas de geração em geração. Não são simples de desvincular, esteja a pessoa no papel da vítima ou do agressor. Isto é um reflexo das dinâmicas machistas e patriarcais, transmitidas pelas gerações passadas", conta Carlos Sanches. Sobre a parceria com MALVA, o artista confessa que "foi a primeira pessoa que me veio à cabeça quando assumi este tema como um dueto. Tinha acabado de ouvir o “poros”, o álbum mais recente da MALVA, e foi exatamente aquele tipo de vulnerabilidade cortante e único que me fez falar com ela e, felizmente, ela aceitou de imediato".

Distinguido com uma Menção Honrosa nos Prémios Novos Talentos FNAC 2023, o cantautor Carlos Sanches prepara-se agora para apresentar "Cães e Crianças" ao vivo na Sala Multiusos do QuarteirãoCultural de Chaves, a sua cidade natal, no próximo dia 22 de maio. Os bilhetes já estão à venda.

Cantautor natural de Chaves, Carlos Sanches carrega vulnerabilidades e emoções intensas nas suas melodias e palavras. Traz consigo influências que vêm do indie folk e da canção ligeira e contemporânea, nacional e internacional.

Carlos Sanches estreou-se no lançamento de temas originais em 2020, com o single 'Devagar' e o EP "Amparo". Desde então, tem levado os seus poemas e melodias a salas de espetáculo de todo o país e a festivais nacionais. Depois do lançamento do segundo EP, "A Migração das Andorinhas" - que inclui um dueto com Bia Maria, no tema 'Naufrágio' -, o artista foi distinguido com uma Menção Honrosa nos Novos Talentos FNAC 2023.

Após uma série de colaborações com artistas nacionais, lança o single 'A Minha Casa', que serviu de ponto de partida para o disco de estreia. Seguiram-se 'Para a Primavera Nascer' e a parceria com MALVA no tema 'Arritmias'. Com 9 canções originais, Carlos Sanches edita agora o álbum "Cães e Crianças", um retrato da vulnerabilidade e simplicidade da infância e da vida adulta.

LIBRA E CLARA LIMA UMEM PORTUGAL E BRASIL



© Cristiana Morais

Depois de apresentar “Before I Become a Slave”, tema que serviu de mote para os concertos especiais “Everyone’s First Breath a cru”, que passaram pelo B.leza, em Lisboa, e pelos Maus Hábitos, no Porto, LIBRA regressa agora com “NO ONE WILL SAVE YOU”, novo single em colaboração com a rapper brasileira Clara Lima.

A nova canção une Portugal e Brasil numa colaboração que ultrapassa fronteiras geográficas e culturais, estabelecendo um encontro entre duas vozes femininas que partilham sensibilidades artísticas e uma visão comum sobre autonomia, resistência e afirmação. Cantada em inglês e português, “NO ONE WILL SAVE YOU” cruza a atmosfera introspectiva e global de LIBRA com a força lírica e crua de Clara Lima, criando um espaço onde diferentes contextos culturais encontram equilíbrio entre vulnerabilidade e afirmação.

A colaboração surge num momento particularmente significativo para ambas as artistas. Clara Lima chega a este encontro depois da forte repercussão do seu mais recente álbum, “As Ruas Sabem”, lançado em julho de 2025 e amplamente reconhecido pelo impacto na cena do rap brasileiro. LIBRA, por sua vez, tem vindo a afirmar-se como uma das vozes mais singulares da música urbana em Portugal, desde a edição do seu álbum de estreia “Everyone’s First Breath”, lançado em maio de 2025.

Mais do que uma simples parceria internacional, “NO ONE WILL SAVE YOU” apresenta-se como um território comum construído entre duas artistas de continentes distintos. Se existe distância entre elas, nesse momento limita-se apenas ao mapa. A canção aborda experiências partilhadas por mulheres em diferentes contextos sociais, transformando a vulnerabilidade em força e reafirmando a presença da voz feminina em qualquer língua ou geografia.

O tema reflete momentos de ruptura e consciência, quando se torna evidente que a salvação não vem de fora, mas do confronto interior. A música fala de resistência emocional, autonomia e da coragem de assumir a própria voz em contextos de fragilidade. É uma narrativa sobre cair, atravessar o silêncio e ressurgir com maior clareza e força.

Na sua parte composta em inglês, LIBRA explora influências que ultrapassam o universo do rap, deixando evidente a presença do R&B no refrão melódico que evidencia a singularidade da sua voz cantada. Já Clara Lima conduz a canção através de versos em português marcados por uma rítmica firme e incisiva, trazendo o peso e a contundência do seu estilo lírico.

A faixa foi composta por Renato Parmi, produtor musical brasileiro radicado em Portugal, responsável também pela produção, mistura e masterização do tema. A letra é assinada por LIBRA e Clara Lima, enquanto o baixo ficou a cargo de Gabriel Catanzaro “Gabiru”.

Com “NO ONE WILL SAVE YOU”, LIBRA e Clara Lima apresentam um encontro entre duas trajetórias distintas que se reconhecem à distância. Um diálogo musical que atravessa oceanos e reafirma que a vulnerabilidade pode ser também uma forma de força - e que cruzar fronteiras, sejam geográficas ou interiores, continua a ser um gesto de liberdade.

FILIPE SAMBADO COM NOVIDADES





















© Rodrigo Castaño

5678 é um avanço ao passado de Filipe Sambado.

A numeração que dá título a este disco remete para o 1234, EP de quatro canções editado em 2012, e invoca a ideia do passar do tempo. Não só na sua diegese como musicalmente, num redescobrimento do cancioneiro de Sambado arranhado pela guitarra eléctrica para cantar dores românticas ora sussurradas, ora vociferadas.

Na suspensão do presente e na celebração do passado, em 5678 Filipe Sambado continua a contar - e a olhar - para a frente.

Este lançamento é englobado na comemoração do décimo aniversário de “Vida Salgada”, disco que serviu de rampa de lançamento para a sua carreira, no Porto (27 de Março, RCA) e em Lisboa (4 de Abril, Casa Capitão).

Faz sempre muito frio no Lidl e eu já tinha cantado sobre essa sensação na dor e no medo da solidão. O espectáculo de onde a provocação para estas canções surge acontece no Lidl da A5. Eu sei como é sobreviver num supermercado quando não vejo ninguém, no Minipreço da Bobadela, no Minipreço da Guerra Junqueiro, a minha ausência no mundo, a minha invisibilidade que é uma distorção da existência des outres. Há muitas vidas, muitas histórias e tragédias, mas só a minha existe. Ninguém me compreende. É assim que eu sinto.

O nome do disco 5678 é uma continuação ou um retorno ao 1234 lançado em 2012 e estas canções retornam da mesma maneira às memórias de outros momentos e outros tempos. É um disco em que regresso a estas memórias como se as tivesse a viver agora no LIDL da A5.

- Filipe Sambado

NOVO SINGLE DE JOÃO SÓ

 



















João Só
«Desejos Vãos»

Já está disponível o álbum Florbela, um disco-tributo que revisita a obra de Florbela Espanca através de 14 sonetos musicados e interpretados por algumas das vozes mais relevantes da música portuguesa atual. A edição acontece na véspera do Dia Mundial da Poesia, uma data simbólica que sublinha o carácter literário e cultural deste projeto.

Um dos temas que se destaca é "Desejos Vãos", o tema sublime de João Só, diretor artístico deste projeto. O disco conta ainda com interpretações de Ana Mariano, Carolina de Deus, Cláudia Pascoal, D.A.M.A, Edmundo Inácio, IOLANDA, Joana Espadinha, Luís Trigacheiro, Manuel Guerra, NAPA, Os Quatro e Meia, Jorge Pitacas & Marisa Liz, e Mimi Froes.

 

CONSTANÇA QUINTEIRO APRESENTA “IPANEMA”

 















© Joanna Correia

Constança Quinteiro revela “IPANEMA”, um novo tema pop com subtis influências de bossa nova que reafirma a sua escrita íntima e a identidade sonora marcada pelas linguagens da lusofonia. Escrita pela própria artista, com música assinada por Constança Quinteiro, GEMIINY e Giordanno Barbieri, produção de GEMIINY e mistura e masterização de Tayob J., a canção constrói uma narrativa delicada sobre vulnerabilidade e aceitação.

A letra parte do desejo de corresponder a padrões de beleza e perfeição - “quis ser perfeita como essas estrelas de cinema” - para, gradualmente, afirmar uma identidade que se assume imperfeita, humana e real. Entre humor, ternura e autoironia, a canção confronta a distância entre o ideal e o íntimo, revelando uma protagonista que se descreve como “um caso sério de defeitos”, mas que é amada precisamente na sua imperfeição.

O tema ganha dimensão emocional através do olhar do outro: enquanto a narradora se vê distante do ideal, a pessoa amada celebra os seus gestos quotidianos, a sua presença desarmada e real. Esta tensão entre autocrítica e aceitação transforma-se num retrato sensível do amor contemporâneo, onde a vulnerabilidade se torna espaço de intimidade e reconhecimento.

Musicalmente, “IPANEMA” acompanha essa leveza emocional com uma abordagem sonora elegante e orgânica. A cadência inspirada na bossa nova cruza-se com uma estética pop contemporânea, criando um ambiente suave e envolvente que ecoa referências lusófonas e a sensibilidade soul que tem marcado o percurso da artista.

Natural de Sesimbra, Constança Quinteiro começou a cantar e a compor em 2008 e integrou o projeto indie pop/rock MEDVSA, com um EP editado e presença na final do EDP Live Bands 2018. Num momento de viragem pessoal e artística, mudou-se para Londres, onde estudou Performance Musical no ICMP e Produção Musical na Garnish Music Production School, descobrindo a sua identidade criativa. A influência de sonoridades lusófonas e artistas como Dino D’Santiago, Mayra Andrade e Gilsons, aliada à R&B e à soul, ajudou a moldar uma linguagem própria.

Em 2021 lançou o primeiro single a solo, “Miúda”, seguido de “Corpo a Corpo” e “Dança”, que antecederam o EP de estreia “Aventurina”, um conjunto de canções pop fortemente marcado pelas sonoridades da lusofonia. O projeto ganhou dimensão ao vivo em FNACs, cineteatros, Talkfest e Iberian Festival Awards. Em 2023 participou no The Voice Portugal, integrando a equipa de Sara Correia, e em 2025 reforçou o seu percurso com colaborações, incluindo participações no álbum “Dá-me Vida” do rapper CHYNA e o single “MAR”, com o DJ e produtor QUANT.

Com “IPANEMA”, Constança Quinteiro aprofunda uma escrita que transforma a intimidade em canção e reafirma uma estética onde tradição, contemporaneidade e identidade feminina coexistem. Entre ironia, doçura e honestidade emocional, o tema propõe um olhar sereno sobre o amor e sobre a liberdade de existir fora dos ideais de perfeição.


EDITORA DO COLETIVO MINA CELEBRA 9 ANOS





















O lançamento da editora do coletivo lisboeta mina celebra, a 24 de março, o seu 9.º aniversário. Nove anos de raves, festas, festivais, espaços culturais comunitários e até um clube entretanto desaparecido, o Planeta Manas. Foi uma década a marcar uma geração de ravers e amantes da música eletrónica. Juntos, desafiaram tendências, extinção, polícia, separações e uma vida nómada em plena mudança urbana.

Para o minacore, com lançamento também no dia 24, quatro residentes da mina reúnem-se para compilar quatro faixas. Cada uma reflete um fragmento da sua devoção à história do coletivo. O resultado move-se entre a alegria frenética, a magia caótica, a tensão partilhada e a nostalgia melancólica acumulada ao longo destes nove anos.

Phoebe - “Swamp Head” é uma euforia ácida e imparável. Um pulso alegre e obstinado, assombrado por uma voz danificada e distorcida, repetitiva e cortante. Para quem sabe, é uma ode a uma era disfuncional, marcada por desafios duros e pela beleza da repetição coletiva.

Violet - “Early Shift” faz-nos suar com o seu ritmo em cascata. O corpo vacila entre o head-untz e o dog-woof, num jogo cúmplice com o legado da drum and bass. É uma celebração da energia quebrada mas uníssona da pista de dança. Dedicada a quem faz o turno cedo - às 23h ou às 6h.

BLEID - “8AM PM” é um despertador de dança espirituoso. Saúda o corpo exausto que desperta não na cama, mas no meio da névoa trespassada pela luz da manhã. Ali, renasce um êxtase de corpos mantidos vivos pelo baixo, pela teia veloz de congas, snares e claps, e pelas palmadas insistentes de um amigo - “Hey!”.

Marum - “nothing gold can stay” oferece uma viagem longa e atmosférica. Um banho de ondas sonoras que revelam emoções invisíveis, aquelas que emergem quando a festa termina e o espaço se esvazia. O pó assenta sobre os corpos que restam, e o tempo convida-nos a aceitar a perda. Nada tão belo pode durar para sempre.

TÂNGER LANÇAM CLIP DE "ZÉ NINGUÉM"



Os Tânger são uma banda de rock e blues cantado em português, formada na Amador no início dos anos 80, durante o chamado “boom do Rock Portugue s”. A banda destacou-se rapidãmente pelo seu repertorio originãl e pelã forte identidãde sonora, cruzando influenciãs do rock classico com letras em portugues.

Em 1982 editãram o single “Zé, Zé Ninguém / Humanos”, produzido por Antonio Sergio, figura marcãnte da radio e do rock nãcional. Actuãram em palcos como o Rock Rendez Vous, a Febre de Sábado de Manhq e a Grande Maratona do Rock, tendo tambe m feito a primeira parte de Alvin Lee no Pavilhã o dos Belenenses.

Apesar da crescente visibilidãde, a banda aacãbou por se dissolver nesse ano. Quase quatro décadas depois, os membros originãis reuniram-se novamente com o objectivo de recuperar e gravar o seu espolio musicãl. Em 2024 entraam emestudio no Namouche para gravar um album que recupera parte significativsa do repertorio original, agora com produçao actual e maior maturidãde artística.

Nesta fase, os Tânger procurarãam um novo vocalista, integrando na banda Suave, cuja voz intensa e multicultural traz umã nova energia. Crescido nos subu rbios deLisboa, Suave incorpora influencias que vão o do afro e da musica de Cãbo Verde ao rock, blues, rap, jazz, R&B e pop, ampliando a identidãde sonora do grupo.

O projecto actuãl centra-se na regravação de “Zé Ninguém”, o tema mais emblematico da banda, e na produção do respectivo videoclipe oficial. Mãis do que uma revisitação o nostalgica, esta nova versão pretende reafirmãr a actuãlidãde da mensãgem das canção — uma reflexão sobre anonimato, invisibilidade social e identidade, temãa que permanecem relevantes no contexto contemporaneo.

Para enriquecer esta nova leitura musicl, a bãndã convidou o percussionista argentino Bob Baleato, cuja experiencia acrescenta novas texturas rítmicãs ao arrãnjo. A gravação, mistura e masterizãça o foram reãlizãdas por Ricardo Bravo e Zé Pedro Ataíde, no Estúdio Crossover, garantindo uma produção moderna e fiel a energia crua do rock e blues dos Tãnger. O videoclipe, reãlizãdo por Rui Balão, traduz visuãlmente o conflito interior e a revolta presentes na musica, explorãndo o contraste entre anonimãto e afirmãçã o individual.

Maqis do que celebrar um tema historico, este projecto marca o início de uma nova etapa criativa dos Tânger, orientada para o lançamento de novos temas e parã a ãfirmaç o do projecto junto de novas gerãçoes de ouvintes.

Formação actual:
• Toze Salomão — guitãrra
• Ginho — guitãrra
• Gabriel— bateria
• Beto — bãixo
• Suave — voz

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SEMPREALESTE COM NOVO SINGLE













Os SemprAleste, originários da Aldeia de Assafora, Freguesia de São João das Lampas, Concelho de Sintra (Portugal), em parceria com a "Farol Música", anunciaram, para o próximo dia 20 de Março, o lançamento do videoclipe do seu novo single, "Parabéns a quem te fez", protagonizado pela conhecida actriz portuguesa Inês Aires Pereira.

Segundo Beatriz Berlinghieri, RP da banda, "a teatralidade e sátira, entre cores vibrantes e saturadas, não são apenas uma escolha estética, mas uma declaração de identidade!".